Mais um John Le Carré que volta para a estante após ser devorado com gula. Um Traidor dos Nossos não foge do estilo de narrativa mais comum em Le Carré, um saltar entre cenas/diálogos, recheado de jogos de bastidores e com um final algo inesperado.
Como sempre, mudei completamente de estilo, refugiando-me (novamente) na transbordante densidade psicológica de toda a obra de Fiódor Dostoiévski. Nome da escolha? Demónios ;)

2 comentários:
Já li.
Tiago F.
Demónios ou o do Le Carré? Eu sei que lês ambos os autores :D
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